Chris Brown processou a Warner Bros. por 500 milhões de dólares (aproximadamente R$ 2,9 bilhões), acusando a série “Chris Brown: Uma História de Violência”, produzida pela empresa em parceria com a Ample, de prejudicar sua imagem com informações falsas.
Segundo a Variety, o cantor afirma que os produtores mentiram de forma intencional ao divulgar acusações de abuso sexual e que isso causou grande angústia emocional. Ele também destaca que, apesar de ter alertado os envolvidos sobre a falsidade das acusações antes da estreia da série, ela foi lançada em outubro de 2024, visando lucros a qualquer custo.
Além disso, Chris Brown argumenta que os depoimentos de uma mulher chamada “Jane Doe”, usados no documentário, já haviam sido desacreditados anteriormente, com a acusada sendo associada à violência doméstica.
Apesar de reconhecer erros no passado e ter falado sobre isso em seu documentário de 2017, “Chris Brown: Welcome to My Life”, ele afirma que a Warner Bros. está desrespeitando seu processo de evolução pessoal.
Até agora, a Warner Bros. não se pronunciou oficialmente sobre o caso.






